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Vida no Modo IA: ampliando nosso potencial coletivo

Vivemos na era do conhecimento. Nunca foi tão simples acessar informações sobre praticamente qualquer assunto na internet. A quantidade de conteúdo disponível parece infinita, mas essa abundância trouxe à tona uma nova realidade: a sobrecarga cognitiva.

A inteligência artificial começa a transformar esse cenário. Não apenas organizando dados, mas mudando a forma como nos relacionamos com o conhecimento. É a partir dessa virada que vislumbramos uma nova perspectiva: a Vida no Modo IA.

Na prática, isso significa deixar de apenas acumular e refinar informações para usufruir das possibilidades que elas oferecem.

Com o apoio da IA, reduzimos fricções cognitivas, que aqui podem ser entendidas como um gasto elevado de energia mental para lidar com diferentes desafios do dia a dia, desde tarefas repetitivas, tomadas de decisão até bloqueios criativos, por exemplo. Assim, ampliamos nosso potencial de agir, enquanto indivíduos e enquanto sociedade.

Já existem exemplos concretos que demonstram como essa capacidade ampliada pela IA pode ajudar a enfrentar desafios que antes pareciam complexos demais para serem resolvidos com agilidade.

No mercado, não é diferente: um ecossistema de IA é o melhor aliado para encontrar e reter consumidores em suas jornadas imprevisíveis.

Foi para explorar essas transformações — e entender o que elas significam para pessoas, marcas e profissionais de marketing — que reunimos líderes no evento Re-Think with Google 2026.

A seguir, destacamos alguns dos principais insights sobre como vivemos e fazemos negócios na era da inteligência artificial.

IA que muda vidas: dos dilemas cotidianos aos grandes desafios

Quando falamos em Vida no Modo IA, não nos referimos apenas à eficiência operacional ou às novas interfaces; estamos falando de capacidade ampliada, tanto para lidar com dilemas individuais do cotidiano como para superar alguns dos desafios mais complexos da humanidade.

Um exemplo tem conexão direta com as florestas, ecossistemas vitais para o equilíbrio do planeta. No passado, cientistas costumavam ouvir horas de gravação para tentar desvendar e acompanhar novas espécies, invisíveis aos nossos olhos. O projeto Forest Listeners permite que esse trabalho seja impulsionado e acelerado pela IA.

Na prática, ele funciona através do Perch, modelo desenvolvido pelo Google DeepMind, que analisa áudios captados nas florestas e sugere possíveis espécies presentes ali.

Ele depende, no entanto, da confirmação e validação das pessoas, para que se torne cada vez mais preciso.

Ao acessar a floresta virtual, qualquer usuário pode ouvir trechos reais de gravações e indicar se reconhece ou não o som de determinada espécie, o que resulta em um modelo cada vez mais refinado. O resultado é um sistema capaz de identificar padrões sonoros automaticamente e monitorar a biodiversidade com uma velocidade e uma abrangência antes inviáveis.

Outro exemplo emblemático está no campo da ciência. Em 2024, Demis Hassabis e John Jumper, do Google DeepMind, receberam o Prêmio Nobel de Química pelo desenvolvimento do AlphaFold. A ferramenta ajuda a solucionar o chamado “problema do dobramento de proteínas”, que até então era um desafio recorrente da biologia estrutural.

Sem conhecer a estrutura de uma proteína, torna-se mais difícil entender como algumas doenças surgem, bem como possíveis novos tratamentos para elas. A IA facilita esse processo, com alta precisão e rapidez, trazendo respostas que antes levavam anos. Hoje, o AlphaFold é utilizado por milhões de pesquisadores ao redor do mundo.

Cabe ressaltar aqui que a mudança não acontece apenas no campo coletivo, com desdobramentos úteis para toda a sociedade. Ela também se manifesta na forma como cada pessoa interage com o mundo digital.

À medida que a tecnologia aprende a interpretar intenções com mais precisão, a experiência se torna mais natural. O usuário deixa de procurar apenas termos genéricos e passa a se expressar em primeira pessoa, com termos como: “eu quero”, “eu preciso”, “como faço”.

Essa mudança nos mostra que a busca está se aproximando, cada vez mais, da linguagem humana. Ao reduzir fricções cognitivas e atuar como apoio na navegação de informações complexas, a IA amplia a confiança e a autonomia de cada um de nós.

No trabalho, isso significa mais tempo dedicado a decisões estratégicas. No consumo, jornadas mais ágeis e intencionais.

Liderar no Modo IA: o que muda para as marcas

Se a Vida no Modo IA transforma aspectos humanos e sociais, isso implica, indiretamente, em uma mudança na forma como as empresas operam e se conectam com os consumidores.

É por conta disso, inclusive, que o time de Google Ads implementou um framework chamado 3C’s: Criar, Capturar e Converter. O primeiro diz respeito à criação de demanda, ou seja, inspirar e instigar a audiência, por meio de histórias e experiências, para que a marca seja lembrada muito antes da consideração de compra.

Quando a curiosidade se transforma em intenção, temos, portanto, a captura. Finalizando esse ciclo, vem a conversão, quando o consumidor transforma toda essa jornada – de curiosidade, descoberta e intenção – em uma ação, com menos fricção e obstáculos.

Com a conexão dessas forças, percebemos que não estamos mais na etapa de avaliar se a IA deve ou não fazer parte da estratégia. A questão é quem vai liderar essa adoção, e com que nível de integração.

A transformação acelerada pela IA começa na própria natureza da busca, onde os 3C’s são mais visíveis. Ela está expandindo o alcance da busca tradicional, sem substituí-la. Prova disso é que, atualmente, o Google registra mais de 5 trilhões de pesquisas por ano, com o Modo IA recebendo perguntas duas a três vezes mais longas e complexas.

Além disso, 15% das buscas diárias são totalmente novas, criando bilhões de oportunidades inéditas para que marcas apareçam exatamente quando surge uma necessidade.

Para isso, é preciso apostar na combinação de escala, dados e inteligência aplicada ao longo de toda a jornada do consumidor. O Gemini é o coração desse motor estratégico: ao integrar sinais coletados em todo o ecossistema Google, ele transforma anúncios em soluções úteis e maximiza o ROI das campanhas.

Isso se dá por meio de três ferramentas: o AI Max para buscas, que gera 27% mais conversões1; o Demand Gen, que aumenta as conversões por dólar gasto em 26%2; e as campanhas Performance Max que, historicamente, entregam um ROI superior, de acordo com 63%3 dos anunciantes.

Um elemento essencial para garantir tais resultados tem, como pano de fundo, a confiança da marca. Os consumidores no Brasil são 2.2x mais propensos a usar a Busca do Google para decisões de compra do que as plataformas de IA. Além disso, 95% dos usuários retornam ao Google todos os dias4.

Portanto, confiança e recorrência tornam a presença na plataforma parte estrutural do processo decisório.

E estar presente na jornada de ponta a ponta é outra vantagem que posiciona o Google como um aliado de destaque das marcas mais relevantes. A Busca e YouTube são soluções capazes de combinar descoberta e confiança, necessárias para a conversão, em um mesmo ecossistema, empoderado pela inteligência artificial.

No Modo IA em que estamos imersos, portanto, fica claro que a vantagem estará com quem souber ir além do esperado no que diz respeito ao uso da Inteligência Artificial, operando a tecnologia com coordenação, mensuração e impacto.

Fábio Coelho

Presidente

Google Brasil

Dan Taylor

Vice President

Global Ads at Google

Fontes (2)

1, 2, 3 Dados internos do Google, 2025.

4 Ipsos, Global, dezembro de 2025.

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