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Não fique no escuro: dicas para acompanhar as mudanças no setor de energia

Domenico Machado, Mayara Paiva, Danilo Azevedo

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O ditado é “quem procura, acha”, mas podemos dizer também que quem procura, tem alguma intenção. Quando você pesquisa um novo trajeto, por exemplo, sua vontade pode ser entender a rota, calcular o tempo de percurso, conhecer as opções de transporte público etc., mas nunca será uma busca feita ao acaso. Há sempre um objetivo. E o Google entende isso como uma oportunidade. Fazendo jus ao ditado popular, queremos que quem procure, encontre.

No Brasil, apenas em 2021, foram feitas 840 milhões de buscas sobre o setor de energia, o que dá em torno de 1.600 buscas por minuto. 10% dessas pesquisas foram sobre energia solar. Em comparação a 2020, houve um aumento de 40% nas buscas sobre o tema – e a tendência é que esse número cresça.1

Um gráfico de linhas e pontilhados mostra o aumento de buscas no setor de energia, entre 2019 e 2021. Sendo o último, um aumento de 25%. Em destaque está pontuado a crise energética que aconteceu entre agosto e setembro de 2020.

A curva acelerada em amarelo corresponde ao início da pandemia e à crise hídrica que enfrentamos naquele momento. A falta de chuva e a baixa nos reservatórios das hidrelétricas culminou na bandeira de escassez hídrica, impactando diretamente as tarifas de conta de energia. Na ocasião, muito se especulou sobre falta de luz e apagão, implicando um aumento de buscas sobre caminhos alternativos para produção de energia – como é o caso da solar, por exemplo.

Olhando para esses dados, se faz inevitável a pergunta: como as empresas do setor responderam a essa demanda? Será que os usuários e clientes que procuraram por informações obtiveram respostas de fontes confiáveis? Você, enquanto marca, ofereceu soluções que vão ao encontro das necessidades do usuário? Hoje, sabemos que o volume de grandes empresas que atendem o setor de energia é pequeno.

Se alguém deseja instalar painéis fotovoltaicos na sua residência, por exemplo, sabe por onde começar? Suspeitamos que não. E muito provavelmente essa pessoa recorreria à pesquisa no Google para ajudá-la com isso, o que só reforça que buscas são oportunidade para atender e entender melhor os consumidores.

Esmiuçando um pouco mais, identificamos o aspecto econômico entre as buscas: “energia elétrica é custo fixo ou variável?” e “energia elétrica é custo direto ou indireto?” são alguns dos exemplos. Observamos, então, que diversos setores já exploram as oportunidades para desenvolver novos modelos de negócio no setor de energia. É o caso das fintechs, por exemplo, que identificaram a oportunidade de oferecer parcelamento de contas domésticas no cartão de crédito.

O exemplo das fintechs é apenas um fragmento das possibilidades e serviços que podem ser oferecidos ao cliente desse setor. Para empresas que geram, distribuem e comercializam soluções de energia, várias outras mudanças estão se apresentando como possíveis.

Mudanças no setor de energia. Digitalização: processos estão se tornando mais digitais e automatizados. Descarbonização: produção de energia cada vez mais limpa e renovável. E descentralização: busca-se produzir energia junto às áreas de consumo.

O mercado está evoluindo e existe uma ebulição no setor elétrico como um todo. Além do mercado regulado (na qual se inserem as geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia) e do mercado livre (no qual grandes consumidores de energia podem comprá-la diretamente de uma comercializadora), existem também os prossumidores, pessoas que consomem e produzem a própria energia por meio de painéis fotovoltaicos. Nesse último caso, há uma complexidade ainda maior para as empresas, que precisam medir, faturar e analisar bem a entrada e saída de energia da casa do cliente.

Hoje, para que ocorra uma migração do setor regulado para o setor livre, é preciso que a empresa atinja uma demanda mínima. E a tendência é que essa demanda contratada mínima se reduza, o que permitirá que outros consumidores consigam acessar o mercado livre de energia. Empresas menores, como padarias, supermercados ou até mesmo um consumidor residencial, poderão optar por comprar a energia diretamente da comercializadora.

Essa mudança de mercado exigirá reestruturação no setor. Inevitavelmente vão surgir dúvidas ao longo do processo, e os diversos canais de comunicação já existentes – 0800, agências, atendimento online via chat e mensagens, email e ouvidoria – devem estar preparados e integrados para atender a essa demanda. Nesse sentido, conhecer o perfil do consumidor possibilitará uma abordagem adequada em um cenário que tende a ficar cada vez mais quente e concorrido.

88,7 milhões de unidades consumidoras no mercado regulado, segundo a Aneel. 27,6 milhões de unidades consumidoras no mercado livre, segundo a CCEE.

Coletar, armazenar e processar esse volume de dados se mostra uma tarefa cada vez mais desafiadora e necessária. A seguir, você pode conferir um treinamento que apresenta formas para ajudar o setor de energia a se adequar a essa nova realidade, a exemplo do Google Cloud, que tem ferramentas apropriadas para redesenhar experiências, transformar dados em análises e automatizar a eficiência operacional, algo fundamental neste momento de abertura e reestruturação do mercado de energia.

Assista o vídeo

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domenico machado

Domenico Machado

Industry Advisor

Google

mayara paiva

Mayara Paiva

Gerente de Contas

Google

danilo azevedo

Danilo Azevedo

Executivo de Contas

Google

Fontes (1)

1 Dados internos do Google, 2022.

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