A carência de 24 meses no tratamento de câncer é um dos temas mais mal compreendidos no Direito da Saúde.
Pouca gente entende quando ela realmente se aplica.
A contagem pode variar conforme o contrato.
E a diferença entre 24 meses e urgência/emergência (muitas vezes, 24 horas) muda completamente o cenário.
Além disso, risco do tratamento não é sinônimo automático de emergência.
Em alguns casos, o plano tenta encaixar tudo em “24 meses”.
Em outros, a cobertura é bem antes.
É esse tipo de detalhe que evita negativas indevidas e decisões no susto.
Se essa informação pode ajudar alguém, compartilhe.
E se você é paciente e quer entender isso sem depender da explicação do plano, comente “ONCO” que eu te envio um e-book com os direitos do paciente oncológico.